Episódios
Com que firmeza pode ser localizado
Ilíada· 5
- Crise e a pesteIliad 1.8–1009/12Média
A Ilíada começa com uma disputa local por uma cativa de uma cidade costeira próxima — e com nove dias de flechas de Apolo.
1 · Teorias concorrentes · 9/12
- O Catálogo das NausIliad 2.484–76010/12Alta
Duzentos e setenta versos que enumeram vinte e nove contingentes, seus chefes, suas naus e suas cidades. É a peça de geografia mais densa da literatura grega e a espinha dorsal deste atlas.
2 · Teorias concorrentes · 10/12
- O acampamento aqueu e a muralhaIliad 7.436–4418/12Média
O segundo cenário da Ilíada: uma praia de naus encalhadas, um fosso, uma muralha com portas e o terreno entre ela e a cidade onde ocorre quase todo o combate.
1 · Teorias concorrentes · 8/12
- Aquiles e HeitorIliad 22.131–16610/12Alta
Três voltas à cidade em corrida, junto às nascentes onde as troianas lavavam — a cena de ação mais específica topograficamente da épica grega.
1 · Teorias concorrentes · 10/12
- O resgate de PríamoIliad 24.322–4679/12Média
Um rei idoso cruza a planície à noite com um carro de tesouros para pedir ao homem que matou seu filho o corpo do rapaz. A Ilíada termina aqui, e com ela sua geografia.
1 · Teorias concorrentes · 9/12
Odisseia· 19
- Telêmaco em PilosOdyssey 3.1–48512/12Alta
Um jovem chega de navio a uma praia onde se sacrifica, é alimentado antes de ser interrogado e ouve um velho rei falar. É o episódio mais ordinário da Odisseia e o mais fácil de situar.
1 · Teorias concorrentes · 12/12
- Telêmaco em EspartaOdyssey 4.1–30511/12Alta
A cena doméstica mais estranha de Homero: Helena, de volta à casa do marido, droga o vinho para que a companhia possa falar de Troia sem chorar.
1 · Teorias concorrentes · 11/12
- Menelau e Proteu em FarosOdyssey 4.351–5868/12Média
Em calmaria diante do Egito, Menelau embosca um deus que muda de forma para lhe perguntar o caminho de casa — e o que obtém é a notícia de que seu irmão foi assassinado.
1 · Teorias concorrentes · 8/12
- O assassinato de AgamêmnonOdyssey 4.512–5379/12Média
O contraexemplo da Odisseia: o retorno que dá errado. Agamêmnon chega à própria terra e é morto no jantar, e a história projeta sua sombra sobre o retorno de Odisseu desde o canto 1.
2 · Teorias concorrentes · 9/12
- A emboscada em AstérisOdyssey 4.842–8475/12Baixa
Vinte pretendentes tomam uma nau e esperam num estreito que Telêmaco volte para casa. Seis versos de texto, um ilhéu com nome e uma identificação que falha há dois mil anos.
1 · Teorias concorrentes · 5/12
- Calipso e a ilha de OgígiaOdyssey 5.55–2812/12Mínima
Sete dos dez anos transcorrem aqui, e o poema os passa quase inteiros fora de cena. Quando a Odisseia enfim abre em Ogígia, no canto 5, oferece uma descrição exuberante e nenhuma coordenada.
2 · Teorias concorrentes · 2/12
- Os feácios em EsquériaOdyssey 6.1–3315/12Baixa
Odisseu chega nu à praia e é encontrado por uma princesa lavando roupa. O que se segue é a sequência mais civilizada do poema — e o último lugar que ele visita antes de casa.
1 · Teorias concorrentes · 5/12
- O cavalo de madeira e a queda de TroiaOdyssey 8.499–5207/12Média
O episódio mais conhecido da guerra não é narrado em nenhum dos dois poemas: a Odisseia faz um aedo cantá-lo em vinte versos. Sua localização é a mais segura do atlas; sua historicidade, a menos.
2 · Teorias concorrentes · 7/12
- Os cícones em ÍsmaroOdyssey 9.39–619/12Média
O último pedaço de história ordinária da Odisseia. Odisseu sai de Troia, saqueia uma cidade trácia, perde setenta e dois homens no contra-ataque, e daí em diante quem manda é o vento.
1 · Teorias concorrentes · 9/12
- Os lotófagosOdyssey 9.82–1046/12Média
Vinte e três versos, nenhuma violência e o perigo mais silenciosamente aterrorizante do poema: um fruto que faz os homens deixarem de querer voltar para casa.
1 · Teorias concorrentes · 6/12
- O ciclope PolifemoOdyssey 9.105–5665/12Baixa
O episódio mais famoso de Homero e um dos menos localizáveis. Odisseu perde seis homens, cega um gigante, escapa sob um carneiro e depois grita o próprio nome — que é o que lhe custa dez anos.
2 · Teorias concorrentes · 5/12
- Éolo e o odre dos ventosOdyssey 10.1–793/12Baixa
O episódio mais cruel do poema: Ítaca está à vista, a tripulação abre o odre que seu capitão guardou por nove dias e os ventos os levam de volta ao começo.
1 · Teorias concorrentes · 3/12
- Os lestrigõesOdyssey 10.80–1326/12Média
Onze naus perdidas num único porto. O ancoradouro descrito com mais precisão na Odisseia é também o mais letal, e ninguém pode provar onde fica.
2 · Teorias concorrentes · 6/12
- Circe em EeiaOdyssey 10.133–5745/12Baixa
Um ano numa ilha com uma deusa que transforma homens em porcos, e a única anfitriã das andanças que despede Odisseu com instruções em vez de ferimentos.
1 · Teorias concorrentes · 5/12
- A Nekyia: Odisseu interroga os mortosOdyssey 11.1–503/12Baixa
O canto 11 envia Odisseu à borda do mundo para consultar o adivinho Tirésias. É a única viagem do poema com indicações detalhadas e nenhum destino possível.
2 · Teorias concorrentes · 3/12
- As sereiasOdyssey 12.165–2004/12Baixa
O único perigo que Odisseu supera planejando: cera nos ouvidos da tripulação, o próprio corpo amarrado ao mastro e o canto ouvido por um homem que não pode obedecê-lo.
1 · Teorias concorrentes · 4/12
- Cila e CaribdesOdyssey 12.201–2598/12Média
Uma escolha entre perder seis homens e perder todos. É o único perigo das andanças cujo comportamento físico corresponde a um lugar real.
1 · Teorias concorrentes · 8/12
- O gado do SolOdyssey 12.260–4026/12Média
O último erro da tripulação. Avisados duas vezes e pelo nome, retidos um mês por ventos contrários e famintos, matam o gado imortal do Sol enquanto o capitão dorme.
1 · Teorias concorrentes · 6/12
- O retorno: desembarque no porto de FórcisOdyssey 13.70–1878/12Média
Os feácios levam Odisseu adormecido até sua casa e o deixam na própria praia com seu tesouro. O poema descreve o local do desembarque com detalhe topográfico incomum: dois promontórios, uma oliveira, uma gruta das ninfas.
2 · Teorias concorrentes · 8/12